obsolencência programada

http://forum.outerspace.terra.com.br/index.php?threads%2Fespanhol-%C3%A9-amea%C3%A7ado-de-morte-por-criar-l%C3%A2mpada-que-n%C3%A3o-queima.332943%2F

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Slowing things down

http://www.fastcodesign.com/1665731/youve-heard-about-slow-food-what-we-really-need-is-slow-design

pálestra assistida no Boom Design, durante a design weekend, realizada por Alvaro Guillermo.

“Segundo Guillermo, “depois de um longo período regido pelo conceito capitalista de “tempo é dinheiro”, um movimento faz o caminho inverso e ganha cada vez mais adeptos. O chamado “Slow moviment”, que começou com slow food, que sugere a ingestão de alimentos melhores e com mais tempo de degustação, chegou ao design com a mesma proposta – reaproximar o Homem do conceito perdido de tempo e investir em qualidade de vida”.

O objetivo do slow design é, como todo o movimento, gerar bem-estar para indivíduos, sociedade e meio ambiente, integrando todos com um novo approach de tempo, conceito abstrato que ganhou ares de inimigo do Homem e artigo de luxo nas últimas décadas. O slow design considera o ser humano como o centro do objeto desde a escolha da matéria-prima até a utilização do objeto pronto. Nesse movimento, o objeto tem qualidades que permitem que seja percebido, impondo um ritmo mais lento do que o cotidiano.

Considerado como o próximo passo da sustentabilidade, o slow design reúne economia criativa, preocupação ambiental e emocional em um único conceito. São soluções criativas para que o Homem se sinta dono do seu tempo novamente, começando em casa e se estendendo aos ambientes externos.”

Fonte: http://www.falandodefeiras.info/2012/08/alvaro-guilliermo-da-palestra-sobre.html

Minhas anotações

– handmade & handmade similar

– a mão do homem determina o tempo em que se emprega – como é importante parar e perceber o persponto;

– Slow seating: China entendendo a apreciação do tempo, vai ter um valor extremamente importante; como a mão do homem transmite isso?

– Landscape aren’t build with a single element;

-Pedra – Cálculo – Cálculo renal – Cálculo para contar – Costura na pedra com nós e um valor de tempo percebido

OBS.: Improvisal Design, Elena Selina per BE OPEN – Paola Navone e a crítica ao tempo corporativo

 

Blog do indivíduo:

http://alvaro.maisgrupo.com.br/

crônica do autor anônimo

“Me vi naqueles seriados americanos, mas era a realidade. Aquele nerd de oculos, cheio de espinhas na cara, cabelo desengonçado e as vezes,gago. Aquela que fazia parte do grupo das mais bonitas e desejadas, sempre figurando pela escola sua beleza inquestionavel.

O tempo passou e coisas mudaram. O nerd continua nerd, porem sem espinhas, cabelo.p normal e nao é mais gago e a musa só se multiplicou, viveu intensamente aqueles, esses e os futuros dias que possa acontecer.

O nerd sempre achou que aquela musa seria uma pessoa arrogante, metida. Entao nem se atrevia a falar com ela, apesar de estar com ela no colegio no dia a dia por uns anos. Só se deu conta que não era nada que ele imaginava quando disse um “oi”. Ele percebeu que era tudo de bom que ele imaginava, e se arrependeu de nao poder tido a oportunidade de aproveitar quando podia.Achou que agora poderia ser a hora. Mas como a vida dele é sempre assim, tinha um empecilho. Ela passou para faculdade em outro estado e foi curtir, como era de costume. Mas ele nao desistiu.

Com as tecnologias avancando a cada dia, a vontade dele nao morreu. A distancia entre as duas cidades so é fisica, a conversa ainda chega lá. E ele agradece por ela nunca ter mudado o jeito unico de ser. Viajada, sincera, amavel e com um dos melhores e mais bonitos sorrisos que ele ja viu. E, durante esse tempo, ele conseguiu perceber as sutilezas que a fazem a mulher que você é. E so tem a agradecer e querer estar com voce algum momento, nem que seja um minuto,pra ele seria o melhor minuto do mundo.

Você é demais! Um beijo!”

palavrinha da vez: retroalimentação

Acho muito justo esse tipo de design.

http://talk.arkpad.com.br/design/grand-design-com-influencia-da-moda?utm_source=Geral+Arkpad&utm_campaign=f93ce3561e-Arknews_114&utm_medium=email&utm_term=0_c9ef76d303-f93ce3561e-229146277

é claro e direto e te peita, te desconforta.. te confronta ao simples que voce não aceita que pode ser feito por você também!

A estética é o grande foco. Na verdade o apelo icônico talvez veio de Portugal, e antes mais aonde? vai saber? Fui saber.

Em um breve estudo sobre Terroir, a literatura parece afirmar que tal trama de palha surgiu na Áustria, mas foi tao bem aceita e utilizada no brasil que pode ser considerada “nacionalizada brasileira”. Assim como a xita (ou seria chita?), que veio da Índia, mas foi incorporada à brasilidade.

museu do artesanato

Mini-curso de capacitação em design e produção artesanal

O Centro de Arte popular de Minas Gerais foi onde fizemos nossa primeira passagem. E logo de início foi nos perguntado sobre o que seria então o tal do“artesanato”, por assim dizer. A pergunta pode ter sido inesperada para muitos de nós que, sem nunca termos parado para pensar, tentamos criar uma definição daquilo que estamos acostumados a ver desde pequenos, dada a produção artesanal tão rica e vasta espalhado por todo o país. Mas foi mesmo interessante comparar o desenvolvimento do conceito ‘artesanato’ durante o percurso visitado sendo despertado, formulado e reformulado, até o final do nosso passeio, que se estendeu até o Memorial Minas Vale, também no Circuito da Liberdade.

Em ambos os museus podemos nos encantar com a expressão regional mineira, onde é tão bem representada a relação de aproximação que nós temos com as peças expostas – ou mesmo nos confrontando com a distância que estamos delas. Assim, ao passo que nós estávamos muito próximos do ‘-Ato’ resultante, particularmente, eu estaria muito afastada de quem o construiu e revelou. E mesmo sendo carioca, criada no nordeste, me faltava uma bagagem crítica para atiçar o meu olhar para a mesma peça que também é encontrada fora do museu, nos beirais de estradas ou ruas de cidades históricas de Minas Gerais – despertando em mim novas formas de identificação ‘do’ e ‘com’ o artesanato. Todo o acompanhamento com o grupo sugeriu questionamentos como o reconhecimento do traço, a própria estética, os elementos subjetivos atribuídos em expressões de temáticas diversas, e mais ainda, o valor social daqueles objetos para quem os desenvolveu, e a necessidade de aumentar as conexões da metrópole com os valores regionais.

A visita então, nos mostrou muito sobre a relação dos significados e as ações significativas, questionando a entrada da figura do designer no trabalho em conjunto. E atrelado a todo um contexto de denominação histórica, como a entrada de outras culturas para a formação de uma identidade nacional, e a busca pela diferenciação e identificação cultural, temos o melhor estabelecimento da entrada do designer quando esta sugere a promoção deste (re)conhecimento, seja do próprio designer em relação ao artista para o artista, mestre e artesão, vice-versa ou a si mesmo. O que seria então “melhorar” uma relação que por essência já é completa sendo natural e espontânea? Como direcionar a adaptação de um universo nem sempre percebido pelo artesão? O trabalho de um designer é muito mais agregador quando em sua inserção, possibilita a apropriação de um produto para evidenciar a tradição e valor cultural das pessoas e a região que está sendo trabalhada. E consequentemente, garantir um retorno financeiro ou psicológico, dependendo da situação dos desenvolvedores. E também, contanto que ambas as partes atribuam a si mesmas a satisfação pessoal, em todos os níveis relacionais da atividade.

Foi no Memorial Minas Vale que percebemos com mais destaque a importância imaterial da cultura – destacando alguns ritos e rituais, festividades e encantos, e outros conceitos relacionados – onde fica claro que o estabelecimento dos produtos é dado pela própria ritualização. E no caso, a celebração religiosa, poderia ser vista tanto de forma tradicional como contemporânea-revitalizada. E essa oferta despertou a curiosidade por um contexto cultural ainda vívido nos mesmos locais das quais vieram os seus realizadores. O artesanato é então, esta obra que consegue conformar os momentos especiais vividos e reflexões em peças de grande apuro formal, através do domínio dos “artesãos”, “mestres” ou “artista” – dependendo da forma como é tida tal autodenominação.

UI, UX, Designer?

Pessoal, um destaque da Revista Ciab FEBRABAN é a profissão UX designer. Achei esse nome novo quase um pleonasmo para o sentido da profissão. Vejam o que acham: http://www.ciab.com.br/_pdfs/publicacoes/2013/45-Abr2013.pdf

Para quem não conhece o “CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – é o maior evento da América Latina tanto para o setor financeiro quanto para a área de Tecnologia.”

falta-lhes. não, to brincando. então,.. é essa coisa louca da vida de designer mesmo, que precisa sempre atribuir um novo nome para ficar bonitinho. mas nesse caso é relacionado à mídia digital. 

aí vamos a minha versão.. diz-que antes você tinha apenas a USER INTERFACE (UI) e com todos esses avanços, o UI deu lugar para o UX, mais ampla e complexa. então de modo geral, é como se fosse uma especificação da habilitação desse designer. não sendo diferente dos outros nomes que vemos por aí,.. são ferramentas e coisa e tal. mas vai saber né. amanhã posso ver que eu to errada. 

uma vez eu li na revista Design and Co sobre isso, mas não achei aqui não. porém achei isso aqui, que é legal tambem.http://designshack.net/articles/graphics/the-difference-between-ui-and-ux/

**********

então, é tenso né.. desde 2006, 7, sei lá, a adaptive lab já usa esse termo diferenciador e tem até um congresso de “user experience design conference” http://uxweek.com/2013/.

aí vem um artigo e lança as interfaces de design englobados no design de experiencia do usuario – salvo a tradução
http://www.fastcodesign.com/1671735/infographic-the-intricate-anatomy-of-ux-design#1

aí o ux é visto como o coração da empresa – ora, como todo designer deveria. então, imagino que traduções mal feitas devem chegar fácil em qualquer lugar..
http://www.fastcodesign.com/1669503/user-experience-is-the-heart-of-any-company-how-do-you-make-it-top-priority

Conversando com o Thiago, ele vê que os dois são sim profissionais diferentes já que quem faz UX pode conseguir fazer UI, porém a retórica não é verdadeira pelo grau de especificidade de conhecimentos técnicos que são exigidos para programar esse tipo de interação com o usuário da web.

Apenas clarificando mais ainda os conceitos, uma reportagem coloca que

Don’t Confuse Engagement with User Experience

http://blogs.hbr.org/schrage/2012/12/dont-confuse-engagement-with-u.html

até porque, como é colocado em outra reportagem, o termo é uma colocação errônea do que o profissional realmente se propõe ao executá-lo.

http://uxdesign.smashingmagazine.com/2011/03/15/why-user-experience-cannot-be-designed/

YOU CANNOT DESIGN THE SITUATION;

We Can Design For UX

http://uxmag.com/articles/killed-at-launch

Grafitti, expressões espontâneas, etc.

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Hoje, o Jornal Exame divulgou uma reportagem sobre o protesto feito pelo grupo de grafiteiros mundialmente famosos Os Gêmeos, após terem suas artes apagadas em três paredes de ruas de São Paulo. (link para reportagem na foto)

Em uma analogia simples com a nossa querida faculdade – essa discussão não é de hoje né – Como lidar com o espaço público sendo ocupado expressivamente ou talvez deturpado, para alguns? essa discussão envolvem tantas coisas quanto a aplicação da técnica no trabalho do indivíduo (no sentido do pensamento prévio da projeção crítica ou espontânea na parede). não sei.

Seria então uma conspiração dos que não entendem arte e expressão e sua equidade com design e um pensamento por debaixo dos panos? Deixando claro que usar do termo conspiração, para mim, é propositalmente irônico. Porque é uma colocação mais relacionada ao âmbito dos jovens de hoje de realmente promover micro revoluções, como é dito do comportamento contemporâneo. E respondendo a retórica, é como se pudéssemos entender a limpeza dos grafites e piches ou como a manutenção do espaço ou como a também manipulação e direcionamento externo aos “grafiteiros” para que terceiros não sejam influenciados por essa atividade marginal.

Então talvez, a repetição do ato de “cobrir artes urbanas” dentro da academia ser uma “conspiração” é válida no caso. Mas não é um comentário direcionado a alguma pessoa mais extremista, é que ninguém percebe isso mesmo.. Ninguém percebe a totalidade dos universos – a extensão de atos dentro da academia e dentro da cidade. Muitos colocam a faculdade como extensão do colégio e não extensão da vida, mercado etc.

foto: índio sendo coberto na antonio carlos por ZACK

claro que no caso d’Os gêmeos, como do indio na antonio carlos, foi completamnete politico.. mas existem as leis de muro para os grafiteiros né, da reposição do espaço etc – é preciso renovar também.

Então, ao mesmo tempo a conspiração pode ser usada como um contra argumento positivo e quem sabe esta seria realmente a micro-revolução ideal. Para fazer dessa “limpeza” uma oportunidade e não uma revolta.

É só isso que eu acho, ou eu acho que acho, sei lá.

E se “Graffiti já tem esse tom de ser efêmero, não ser eterno etc.. MAS, pra tudo tem hora.“,
como definir esse momento? Qual ou quando é essa hora?

o melhor: http://www.logos.uerj.br/PDFS/26/08lucianospen.pdf

http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/114953502668582838768987458002518756998.pdf

http://www.elisabethprosser.pro.br/publicacoes/artigospublicados/003%20Intervencao%20urbana%20-%20vandalismo%20ou%20arte.pdf

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/05/1277050-apos-remocao-de-grafites-osgemeos-fazem-protesto-em-sp.shtml

homem vs. mulher

O modelo do ser humano é falível.

Saia do manual.

Essa frase sensacional saiu da jornalista Bárbara Gancia no programa Saia Justa dessa semana. O bloco do programa abordava  a relação de equidade do papel dos sexos. Um assunto muito interessante se analisado do ponto de vista cultural, e influenciado em muito pela religião.

Igualdade ou equidade?

É importante classificar bem os conceitos tratados para não misturar os assuntos propostos. É muito fácil em uma mesa de bar acabar desvencilhando o foco. Mas já que tenho a permissão de meu próprio espaço, vou começando meus estudos.

Segundo a blogueira Mariana Di Stella Piazzolla, os dois conceitos são complementares.  E é muito interessante o posicionamento dela, que por serem conceitos abertos à perspectivas pessoais, acabou sendo mesmo assim bem embasado.

O primeiro ponto foi retirado da UNESCO, cedendo quase a visão política de igualistarismo  liberal. Gender equality implies that the interests, needs and priorities of both women and men are taken into consideration, recognizing the diversity of different groups of women and men. Gender equality is not a women’s issue, but should concern and fully engage men as well as women. Equality between women and men is seen both as a human rights issue and as a precondition for, and indicator of, sustainable people-centered development”[1]

Gravidez e a licença maternidade

“use it or leave” é licença maternidade para homens em portugal e alemanha. Invertendo o papel dos sexos dentro de casa. entrevista a pesquisadora e economista Ankita Patnaik que mostra o diferencial, por exemplo, da ‘licença-paternidade’ na rotina social das famílias e no desenvolvimento das crianças.

Em países como Portugal e Alemanha, o benefício é encarado como obrigatório pelas empresas. “O esquema de “use ou perca” força o empregador a lidar com o fato de que o pai vai mesmo tirar licença”.Apesar de o benefício aparecer com frequência em países europeus, ele ainda é visto com preconceito pelos homens que trabalham fora. Afinal, como seus colegas e chefes vão encarar sua necessidade deixar o trabalho para cuidar do filho recém-nascido? Isso não é papel da mulher?

A pesquisadora sugere que a mudança cultural sugerida por esse programa. Em primeiro lugar a empresa que concede esta licença é obrigada a perceber a importância paterna na relação de criação, que muitas vezes é negada no seu ambiente de trabalho por simples resistência cultural. E por isso, a pesquisadora também coloca que essa licença, aplicada nesses países, representa uma forte mensagem cultural ao distribuir de forma equivalente a responsabilidade pela educação dos filhos. Isso porque, de acordo com as pesquisa realizadas por ela, a longo prazo essa medida aproximando de forma inconsciente, arelação pai e filho. E isso, segundo as meninas do Saia Justa, surte forte diferença em relação a idade do parceiro, atribuindo mais ou menos responsabilidades, sendo mais ou menos participativo de acordo com a idade e/ou maturidade dele em relação a esta situação.

Gender equality

Está certa a influência da contemporaneidade na construção individual em  relação ao mundo, e mais ainda o vasto sistema de significação cada vez mais plura

++http://espelhodevenus.wordpress.com/2008/07/24/a-diferenca-entre-igualdade-e-equidade-de-genero/

http://www.portalodm.com.br/simposio-discute-o-papel-do-homem-na-luta-pela-equidade-de-genero–n–53.html

http://www.scielo.br/pdf/tce/v14nspe/a12v14nspe.pdf

http://www.redemulher.org.br/generoweb/anexo/perspect.pdf#page=56