A verdadeira história do samba II

–Você se sente seguro artisticamente?

— Ah, porque é o seguinte.. o artista. o ator não mas o cantor que vive sempre de fazer sucesso, tá aparecendo, tá tocando na rádio,.. ele está sempre em pânico. Ele vai trocando de classe social e aí é que tá a sua fraqueza. Quando ele está no maior auge é quando ele está no maior pânico. E agora, para onde eu vou mais? Então o sistema transa com a fraqueza do camarada.

Já comigo é diferente. Eu não tenho grilo de carro, de dinheiro e de nada. Eu tanto moro na França ou na África, e tenho aqui a minha base. Se fechar esses lugares todos eu aqui tô numa muito boa. Fico lá em cima e ainda vejo o jogo do Maracanã.

https://www.youtube.com/watch?v=A8EtIdXEEjs

 

“O que eu admiro nesses compositores de samba no Rio de Janeiro, especialmente o Martinho da Vila, é que eles são figuras da sua cidade. Eles estão profundamente enraizados no viver cotidiano do Rio de Janeiro. Isso é muito importante porque esses compositores estão sempre alimentados pela raíz, pela seiva do seu povo. Essa ligação entre as músicas que eles fazem e a música da cidade do RJ é um motivo de força da composição deles, é como se eles estivessem fazendo apens uma individualização de um canto geral. Porque o comportamento deles enquanto compositores é apenas a particularização de um comportamento geral do povo do Rio de Janeiro.” Manuel Rufino de Souza

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