A verdadeira história do samba

ImageTempo 38” 42′, http://www.youtube.com/watch?v=voNjbMJR19Q

— Eu acho que a velha guarda da portela é o respeito que a gente tem muito grande por ela – até rimou. Mas, a valha aguarda da Portela não é um samba de hoje. Porque o samba não morre nunca, o samba se renova. Vocês estão de acordo com essa renovação do samba?

— Sabe o que acontece, Portela. Você não pode entregar o progresso. Certo?

— Certo.

— Eu não posso exigir que o jovem de hoje faça o mesmo samba da década de 40 e de 50, porque é o instinto dele querer recriar. Agora, dentro dessa recriação, muitas vezes eles erram porque não querem dar uma olhada no passado. E o passado não pode ser esquecido.

— Exato.

— Eu acho que a velha guarda está em alta. Porque a velha guarda é a raíz da, é a preservação da raíz do samba da década de 20. 

— É isso mesmo. 

— E honestamente nós somos um pouco seguidores. 

 

Sequência, Samba, agoniza mas não morre

“Samba, agoniza mas não morre
Alguém sempre te socorre
Antes do suspiro derradeiro

Samba, negro forte destemido
Foi duramente perseguido
Nas esquinas, no botequim, no terreiro

Samba, inocente pé no chão
A fidalguia do salão
Te abraçou, te envolveu

Mudaram toda a sua estrutura
Te impuseram outra cultura
E você nem percebeu”

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