Grafitti, expressões espontâneas, etc.

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Hoje, o Jornal Exame divulgou uma reportagem sobre o protesto feito pelo grupo de grafiteiros mundialmente famosos Os Gêmeos, após terem suas artes apagadas em três paredes de ruas de São Paulo. (link para reportagem na foto)

Em uma analogia simples com a nossa querida faculdade – essa discussão não é de hoje né – Como lidar com o espaço público sendo ocupado expressivamente ou talvez deturpado, para alguns? essa discussão envolvem tantas coisas quanto a aplicação da técnica no trabalho do indivíduo (no sentido do pensamento prévio da projeção crítica ou espontânea na parede). não sei.

Seria então uma conspiração dos que não entendem arte e expressão e sua equidade com design e um pensamento por debaixo dos panos? Deixando claro que usar do termo conspiração, para mim, é propositalmente irônico. Porque é uma colocação mais relacionada ao âmbito dos jovens de hoje de realmente promover micro revoluções, como é dito do comportamento contemporâneo. E respondendo a retórica, é como se pudéssemos entender a limpeza dos grafites e piches ou como a manutenção do espaço ou como a também manipulação e direcionamento externo aos “grafiteiros” para que terceiros não sejam influenciados por essa atividade marginal.

Então talvez, a repetição do ato de “cobrir artes urbanas” dentro da academia ser uma “conspiração” é válida no caso. Mas não é um comentário direcionado a alguma pessoa mais extremista, é que ninguém percebe isso mesmo.. Ninguém percebe a totalidade dos universos – a extensão de atos dentro da academia e dentro da cidade. Muitos colocam a faculdade como extensão do colégio e não extensão da vida, mercado etc.

foto: índio sendo coberto na antonio carlos por ZACK

claro que no caso d’Os gêmeos, como do indio na antonio carlos, foi completamnete politico.. mas existem as leis de muro para os grafiteiros né, da reposição do espaço etc – é preciso renovar também.

Então, ao mesmo tempo a conspiração pode ser usada como um contra argumento positivo e quem sabe esta seria realmente a micro-revolução ideal. Para fazer dessa “limpeza” uma oportunidade e não uma revolta.

É só isso que eu acho, ou eu acho que acho, sei lá.

E se “Graffiti já tem esse tom de ser efêmero, não ser eterno etc.. MAS, pra tudo tem hora.“,
como definir esse momento? Qual ou quando é essa hora?

o melhor: http://www.logos.uerj.br/PDFS/26/08lucianospen.pdf

http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/114953502668582838768987458002518756998.pdf

http://www.elisabethprosser.pro.br/publicacoes/artigospublicados/003%20Intervencao%20urbana%20-%20vandalismo%20ou%20arte.pdf

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/05/1277050-apos-remocao-de-grafites-osgemeos-fazem-protesto-em-sp.shtml

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